Aposentadoria por invalidez
Pode ser o seu caso, o da sua mãe, do seu pai, de um vizinho. Muita gente se aposentou por invalidez ainda jovem, com um valor baixo, e seguiu recebendo o mesmo benefício por 10, 20, 30 ou 40 anos — sem saber que, depois de tanto tempo, a situação pode não ser mais a mesma.
Quase sempre quem descobre isso não é a própria pessoa aposentada. É alguém da família que leu, achou parecido e resolveu perguntar.
Aquela discussão terminou no Supremo. Aqui a análise é outra.
O tempo que a pessoa já está aposentada não é, por si só, um obstáculo.
Quem hoje está na faixa dos 60 ou 65 anos e recebe por invalidez há décadas é quem mais costuma valer a análise.
Cada caso depende do histórico de contribuições da pessoa. Por isso a conversa começa com algumas perguntas simples, sem compromisso — e você pode perguntar por alguém.
O que ajuda a saber já no primeiro contato
Se você está perguntando por outra pessoa, não tem problema não saber tudo. Estas são as informações que ajudam:
O atendimento é feito pela própria advogada, no escritório em Coqueiros ou a distância, para toda a Grande Florianópolis.
Se você leu pensando em alguém, repasse esta página para essa pessoa.
Mande uma mensagem e conte a situação — a sua ou a de quem você quer ajudar. A conversa começa por aí.